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 Trapaceira [+14]

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Nai Jackson
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MensagemAssunto: Trapaceira [+14]   Qui Nov 22, 2012 7:46 am

Trouxe para vocês um pequeno conto baseado na música "Cheater" hehe
Espero que gostem HIHIHI
I love you.


"Trapaceira"


Ele estava à procura de diversão naquela noite. Precisava se distrair, ocupar a cabeça com algo, aliviar a tensão causada por mais um longo dia de trabalho. Encaminhou-se para um bar na periferia, um dos seus lugares preferidos da cidade, onde encontraria a melhor jogatina da costa oeste. Era um mestre no carteado. Dominava todas as táticas para ser o vencedor nos jogos de baralho, e sempre voltava para casa com o bolso repleto de verdinhas - fruto das suas cada vez mais ousadas apostas. Ninguém ali seria capaz de vencê-lo; e todos estavam conformados com isso.

Naquela noite ele teve uma grande surpresa. Ao chegar ao bar, além dos mesmos competidores de sempre, havia uma mulher sentada à mesa. Ele nunca a vira antes; e não conseguiu entender o que ela estava fazendo ali. Não pôde deixar de notar a sua beleza, ainda mais acentuada pelo decotado vestido com uma fenda lateral, que deixava suas bem torneadas pernas à mostra. Se ela estivesse sentada no balcão, certamente ele teria a oferecido uma bebida, puxado conversa, demonstrado o seu interesse. Mas se ela estava na mesa, deveria ser tratada como qualquer outro oponente. Faria seu jogo da mesma maneira de sempre e, no fim das contas, venceria mais uma vez.

Ele sentiu-se culpado antecipadamente por tirar dinheiro de uma dama. Era notável que ela não tinha a mínima chance de vencer. Sentaram-se um diante do outro e se entreolharam, enquanto um dos outros experientes jogadores misturava habilmente o baralho.

“Façam as suas apostas” Ele disse, antes de entregar as cartas.

Michael enfiou a mão no bolso do terno e tirou de dentro dele algumas notas de cem, dobradas ao meio, cuidadosamente arrumadas. Jogou-as em cima da mesa e esperou que a mulher fizesse o mesmo, sem reclamar da elevada quantia. Aquele não era um jogo para amadores, e ela deveria estar ciente de que não estavam ali para brincar.

Ela observou as notas e arqueou as sobrancelhas, com uma expressão satisfeita no rosto. Depositou a mesma quantidade de dinheiro sobre a mesa e abriu um provocante sorriso.

“Tome cuidado com ela, Michael” Um dos competidores murmurou baixinho. “Ela parece muito confiante.”

Ele riu, sem se importar com o aviso. Não havia motivo nenhum para se preocupar.

As cartas foram distribuídas e o jogo começou, inicialmente com cinco competidores. A cada rodada um deles seria eliminado, e a quantia apostada se acumularia para o vencedor final. Michael tinha certeza de que a mulher seria a primeira eliminada. Conhecia os seus parceiros de mesa, e sabia que eles possuíam um nível bastante elevado. Aquela principiante não teria a mínima chance.

Surpreendeu-se minutos depois, ao constatar que ela era melhor do que havia imaginado. Um dos seus amigos foi eliminado, depois outro, e outro... Até que restaram apenas eles dois. Ele se convenceu de que aquelas marmanjos só poderiam estar entregando o jogo. Deixaram-se levar por aquele provocativo par de seios e se esqueceram de prestar atenção nas cartas.

Mas com ele, seria diferente. Estava concentrado, evitando até mesmo olhar para os lados. Perder para ela significaria muito mais que um prejuízo financeiro. Era a sua reputação que estava em xeque.

Na última jogada, ele pôde respirar aliviado antes mesmo de virar as cartas sobre a mesa. Tinha o jogo perfeito. Abriu um sorriso de plena satisfação. Tinha vencido. Mais uma vez.

“Pode ir passando a grana para cá, gracinha” Ele disse revelando sua jogada, exultante. Desviou a mão para as notas de cem dólares e começou a conferi-las, com os olhos brilhando.

“Sinto muito, caro cavalheiro” A mulher disse, virando o seu jogo para que todos pudessem ver. Todos os olhares voltaram-se para suas cartas, arregalados de descrença. Ela havia feito a combinação perfeita de cartas perfeitas, tornando tudo perfeitamente incrível. Era o jogo de uma habilidosa profissional do carteado. Provavelmente contara com extrema inteligência e absoluta sorte. Os outros jogadores jamais haviam visto uma jogada fantástica como aquela.

Um vinco se formara na testa de Michael; e ele ainda se esforçava para entender como havia permitido que aquilo acontecesse. Praguejou e soltou as notas na mesa, lançando um olhar incrédulo para a vencedora. Ela sorriu, juntou o dinheiro e levantou-se da mesa, despedindo-se e dizendo que estava muito satisfeita com o resultado.

Enquanto ela seguia de fininho para a porta de saída, Michael foi atrás dela. Precisava entender onde havia errado. Repassou na mente passo a passo da partida e não conseguiu se recordar do momento que descartara algumas das cartas que ela estava ao fim da partida. Havia algo muito suspeito ali.

“Onde pensa que vai?” Ele perguntou, avançando sobre o braço da mulher e a puxando para trás.

Ela sorriu, lançando-lhe um olhar de desdém.

“Não costumo dar explicações para perdedores” Respondeu ela, fitando-o firmemente nos olhos.

Ele a segurou ainda mais firmemente e a empurrou delicadamente para cima de uma das mesas que encontravam-se vazias. O jogo havia recomeçado do outro lado do bar; e todos estavam atentos à nova partida. Michael se reclinou sobre ela e os dois se olharam com firmeza. Cautelosamente, ele desceu os olhos para a boca dela, logo após para o pescoço... ombro, até chegar aos seus seios. Percebeu que ela estava ficando ofegante. Aquela mulher poderia ter gritado ou o empurrado, mas não o fez. E se ficara em silêncio, é porque não queria que ele recuasse.

Michael abriu um pequeno sorriso, notando que o corpo dela parecia estar pedindo um beijo. Ele roçou os lábios lentamente na bochecha dela, avançando para a boca logo depois. Beijaram-se intensamente, enquanto as mãos dele massageavam a sua coxa pela lateral do vestido. Os braços dela se fecharam suavemente em torno do seu pescoço, entregando-se a qualquer uma das suas vontades. Sentiu os dedos dele subirem lentamente para o seu quadril, cintura, até entrarem no decote frontal do vestido. As mão habilidosas dele estavam conseguindo excitá-la. Já não conseguia mais pensar em nada, mas sentia o corpo inteiro pulsar em resposta ao seu toque.

As mãos de Michael contornaram os seus seios e apertou-lhes de leve. Ela gemeu ao seu ouvido, fechando os olhos por um instante. Nem pôde acreditar quando ele retirou as mãos rapidamente, e colocou-se de pé, separando seus corpos; deixando seu subconsciente implorando por mais.

“Então é isso?!” Perguntou, com um sorriso satisfeito, esticando em sua direção cinco cartas de baralho. “Você me trapaceou!”

Ela se levantou da mesa, com os olhos arregalados, praguejando. Como poderia ter se deixado levar por aquele homem???

“Claro que não”. Ela respondeu, ajeitando o decote do vestido. “Mas posso dividir o dinheiro se você me prometer que isso ficará apenas entre nós”.

Ele riu, indo em direção a ela mais uma vez. O dinheiro já não importava. Sua reputação parecia ser um pequeno e desimportante detalhe naquele momento. Mordeu o lábio inferior e refez vagarosamente o caminho até a sua boca, empurrando-a na mesa outra vez.

“Eu irei ensiná-la da forma mais tortuosa que não gosto de ser trapaceado, baby”. Ele disse com um sorriso malicioso, curvando-se sobre ela cheio de desejo e jogando as cartas roubadas no chão.

*FIM
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